Etapa 10 - De Campo a Fiscal - 27/Agosto/2006
Campo – Fiscal
83Km – 6hrs24m
Temperatura [Min/Max – Med]: 15/34 – 25
Altitude [Acumulado – Max]: 2175 – 1550
Mapa da Etapa

Altimetria

Comentários do Dia
O pequeno-almoço, tal como o jantar, na pousada da juventude de Campo, foi uma experiência muito estranha. Estavam hospedados algumas dezenas de pessoas com deficiências mentais e em cada refeição havia lugar à distribuição de envelopes com a medicação para cada doente. Um cenário que fazia lembrar o filme "Voando sobre um ninho de cucos".
A pousada ficou mais cara do que esperávamos, afinal o preço era por pessoa e não por quarto.
A etapa começou em estrada até à localidade de Senz com forte inclinações a que se seguem pistas com passagens com muita pedra. O ataque final ao Collado do Cullibert foi feito com umas rampas íngremes e com muita pedra solta, de difícil progressão. A descida foi feita uma pista em “S” sucessivos até à localidade de Escalona com paragem em La Espuña para um revigorante café. A partir de Escalona entrámos numa estrada de sentido único que segue ao longo do Estrecho d’as Cambras e que dá acesso ao Cañón de Añisclo, Verdadeiramente fantástico!
A partir do parque de estacionamento a subida para Fanlo é feita em alcatrão com algum sobe e desce e uma parte final bem dura em zig-zag. A partir de Fanlo descemos quase 30kms até Fiscal onde acabámos. Esta etapa foi particularmente dura, quer pela extensão, quer pelas ascensões, quer pelo estado das pistas percorridas na primeira parte da etapa. Puro BTT!
JS
---
Provavelmente a etapa mais dura até agora! 85Km, duas colladas valentes, muito calhau e subidas bem íngremes.
Contrariamente ao previsto acabámos por sair tarde, andámos à procura da chave da corrente das biclas e já quando estávamos a pensar onde íamos arranjar um alicate corta-arame, o Jorge consegui abrir o cadeado com o corta unhas! A minha fé nas fechaduras levou mais um rombo...
Na subida para o Collado do Cullibert fui picado uma mosca de burro nas costas, tenho uma comichão que não lembra. Mesmo depois de acabar ainda tenho os miolos a chocalhar da descida para Escalona e da calhauzada. Mesmo em estrada e a descer a chegada na Fiscal todo corpo me doía, tenho de compensar ao jantar.
Segunda avaria: O pneu de trás (um Larsen TT novo a estrear) deixou de selar, tive de lhe meter uma câmara-de-ar, bela treta de pneu!
ZP
Fotos











83Km – 6hrs24m
Temperatura [Min/Max – Med]: 15/34 – 25
Altitude [Acumulado – Max]: 2175 – 1550
Mapa da Etapa

Altimetria

Comentários do Dia
O pequeno-almoço, tal como o jantar, na pousada da juventude de Campo, foi uma experiência muito estranha. Estavam hospedados algumas dezenas de pessoas com deficiências mentais e em cada refeição havia lugar à distribuição de envelopes com a medicação para cada doente. Um cenário que fazia lembrar o filme "Voando sobre um ninho de cucos".
A pousada ficou mais cara do que esperávamos, afinal o preço era por pessoa e não por quarto.
A etapa começou em estrada até à localidade de Senz com forte inclinações a que se seguem pistas com passagens com muita pedra. O ataque final ao Collado do Cullibert foi feito com umas rampas íngremes e com muita pedra solta, de difícil progressão. A descida foi feita uma pista em “S” sucessivos até à localidade de Escalona com paragem em La Espuña para um revigorante café. A partir de Escalona entrámos numa estrada de sentido único que segue ao longo do Estrecho d’as Cambras e que dá acesso ao Cañón de Añisclo, Verdadeiramente fantástico!
A partir do parque de estacionamento a subida para Fanlo é feita em alcatrão com algum sobe e desce e uma parte final bem dura em zig-zag. A partir de Fanlo descemos quase 30kms até Fiscal onde acabámos. Esta etapa foi particularmente dura, quer pela extensão, quer pelas ascensões, quer pelo estado das pistas percorridas na primeira parte da etapa. Puro BTT!
JS
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Provavelmente a etapa mais dura até agora! 85Km, duas colladas valentes, muito calhau e subidas bem íngremes.
Contrariamente ao previsto acabámos por sair tarde, andámos à procura da chave da corrente das biclas e já quando estávamos a pensar onde íamos arranjar um alicate corta-arame, o Jorge consegui abrir o cadeado com o corta unhas! A minha fé nas fechaduras levou mais um rombo...
Na subida para o Collado do Cullibert fui picado uma mosca de burro nas costas, tenho uma comichão que não lembra. Mesmo depois de acabar ainda tenho os miolos a chocalhar da descida para Escalona e da calhauzada. Mesmo em estrada e a descer a chegada na Fiscal todo corpo me doía, tenho de compensar ao jantar.
Segunda avaria: O pneu de trás (um Larsen TT novo a estrear) deixou de selar, tive de lhe meter uma câmara-de-ar, bela treta de pneu!
ZP
Fotos











